liberdade, conflito, luta, argivai, angola, mundo, universal
Quinta-feira, 20 de Outubro de 2005

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Fonte: Expresso - http://25deabril.blogdrive.com
DESCOLONIZAÇÃO
Melo Antunes rejeita com vigor a tese de que «a descolonização foi a possível». Uma tese, diz, destinada a branquear e desculpabilizar a acção de alguns responsáveis - uma das muitas referências que faz a Mário Soares e Almeida Santos, entre outros. «As responsabilidades históricas têm de ser assumidas tanto nos seus aspectos positivos como negativos. O que sempre disse, e aqui reafirmo, é que na condução das negociações houve aspectos negativos, houve aspectos que falharam, e eu assumo-os (...) A descolonização, nomeadamente a de Angola e de Moçambique, não foi a possível, isto é, aquela para que fomos arrastados pelos acontecimentos. Não. A descolonização foi a que tinha sido concebida no projecto revolucionário como um dos objectivos fundamentais da transformação deste país, e isso foi atingido (...) E isso é o que a história vai reter».

DOCUMENTO DOS NOVE
O famoso texto «foi do mais selvagem que há, do mais revolucionário que há (...) Era um acto de subversão, claro!, exactamente porque se vivia uma revolução!» Surgiu numa altura em que «havia uma luta revolucionária pela conquista do poder, não tenhamos medo das palavras». O seu autor reconhece que «o que se passou nada tem a haver com a ética militar». E argumenta: «O que existia era a indisciplina, a anarquia, a grande confusão, que servia justamente os objectivos daqueles que queriam desviar cada vez mais a Revolução para os objectivos de que muitas vezes falámos, uns de extrema-esquerda, outros próximos do modelo soviético. E, portanto, a nossa luta era impedir politicamente que tal acontecesse, e nesse caso os fins justificavam os meios!»
publicado por ANTITUDO às 07:47
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2005

O Primeiro REI


MONARQUIA PORTUGUESA


REATANDO A HISTÓRIA...
publicado por ANTITUDO às 22:34
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Terça-feira, 18 de Outubro de 2005

O Renovar da Amizade

PM José Socrates viaja no metro do Porto

ESTELA SILVA / LUSA
publicado por ANTITUDO às 21:09
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2005

Manuel Alegre


cerebral palsy attorneys
cerebral palsy attorneys

os bloges:

http://alegrebraga.blogspot.com/

http://tugir.blogspot.com/

as ideias:


Alargar a cidadania é o sentido do meu combate
publicado por ANTITUDO às 08:12
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2005

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publicado por ANTITUDO às 11:15
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2005

UM existencialista pró-gaucho









Aurelino Costa
aurelinocosta@netc.pt
Poesia:
Na raiz do tempo
Pitões das Júnias
Amónio
Na terra de Genoveva
O dia de hoje
Prefácio, ensaio, crítica, resenha & comentário:

Conto:

Fortuna crítica:
As Iluminações de Aurelino Costa
O ser deficitário em Amónio de Aurelino Costa
Aurelino Costa: a poesia que rescende
Alguma notícia do autor:
Bio-bibliografia
Bloco de fotos

Aurelino Costa

Bio-bibliografia:

AURELINO COSTA(Argivai, Póvoa de Varzim,1956). Poeta, Diseur, Advogado.Obra:
Poesia Solar (Ed.Orpheu, Lisboa /92).
Na Raiz do Tempo (Ed.Tema, Lisboa 2000).
Pitões das Júnias – Tões de Aurelino Costa com Anxo Pastor-(Ed. Fluviais, Lisboa e Galeria Arcana/Vila Garcia de Arousa, 2002);
Amónio (Ed. Do Buraco, Lisboa/03);
Na Terra de Genoveva (Ed.Do Buraco,Lisboa/05)
Discografia :
Na Voz do Regresso.(Edição comemorativa do centenário do nascimento de José Régio. Ed.C.M. da Póvoa de Varzim/01,com António Victorino D’Almeida, J. Moura, Abel G.e L.Veloso.
Publicações digitais:
http://incomunidade.blogspot.com/ (Portugal)
http://incomunidade.com.sapo.pt/ (Portugal)
http://www.gargantadaserpente.com/ (Brasil)
Antologias :
A Poesia é Tudo (Ed. Francisco Guedes / Correntes D’escritas/04)
Na Liberdade – 30 anos – 25 Abril (Garça Editores/Peso da Régua/04)
Vento/Viento -sombra de vozes/sombra de voces (Ed.C.M. do Fundão e C.E.L.Y.A/04)

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publicado por ANTITUDO às 17:19
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ANTÓNIO de OLIVEIRA SALAZAR




http://salazar.weblog.com.pt


1889: Nasce em Vimieiro, Santa Comba Dão. - 1914: Em Coimbra, conclui o curso de Direito. - 1918: Lente de Ciência Económica. - 1926: Após o golpe de 28 de Maio é convidado para Ministro das Finanças; ao fim de 13 dias renuncia ao cargo. - 1928: É novamente convidado para Ministro das Finanças; nunca mais abandonará o poder.- 1930: Presidente do Conselho de Ministros; cria a União Nacional. - 1933: Faz ratificar a nova Constituição (corporativa); cria a PVDE, polícia política; proíbe as oposições, impõe o partido único, regime totalitário. - 1936: Na Guerra Civil de Espanha apoia Franco; cria a Legião Portuguesa e a Mocidade Portuguesa; abre as colónias penais do Tarrafal e de Peniche - 1937: Escapa a um atentado dos anarquistas.- 1939: Iniciada a Segunda Guerra Mundial, Salazar conseguirá manter a neutralidade do país. - 1940: Exposição do Mundo Português. - 1943: Cede aos Aliados uma base militar nos Açores. - 1945: A PIDE substitui a PVDE. - 1949: Contra Norton de Matos, Carmona é reeleito Presidente da República; Portugal é admitido como membro da NATO. - 1951: Contra Quintão Meireles, Craveiro Lopes é eleito Presidente da República. - 1958: Contra Humberto Delgado, Américo Tomás é eleito Presidente da República; o Bispo do Porto critica a política salazarista - 1961: 22/01, assalto ao Sta. Maria; 04/02, assalto às prisões de Luanda; 11/03, tentativa de golpe de Botelho Moniz; 21/04, resolução da ONU condenando a política africana de Portugal; 19/12, a União Indiana invade Goa, Damão e Diu; 31/12/61 para 01/01/62, revolta de Beja. - 1963: O PAIGC abre nova frente de batalha na Guiné. - 1964:A FRELIMO inicia a luta pela independência, em Moçambique. - 1965: Crise académica; a PIDE assassina Delgado. - 1966: Salazar inaugura a ponte sobre o Tejo. - 1968: Salazar cai de uma cadeira e fica mentalmente diminuído. - 1970: Morte de Salazar.

fONTE: http://www.vidaslusofonas.pt/salazar.htm
publicado por ANTITUDO às 15:29
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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2005

H (agá)C(cê)


HUGO CHAVES
O fundador do MRB (movimento revolucionário bolivariano)
publicado por ANTITUDO às 14:24
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Bertrand Russell
(1872-1970) Filósofo, matemático y premio Nobel británico, nacido en Trelleak (Gales) y fallecido en Penhyndendraeth. Se educó en el seno de una familia tradicionalmente whig -liberal-, de la que heredó la rebeldía natural contra el orden establecido; familia que juega un papel importante en Inglaterra, desde el siglo XVI, en la lucha contra la realeza por la conquista de libertades constitucionales. Su padre fue miembro del Parlamento, discípulo y amigo de Stuart Mill, y un partidario prematuro del Birth Control, lo que le costó la derrota en las elecciones de 1886.
Huérfano a los cuatro años, Bertrand se educó con su abuela, escocesa y presbiteriana, que defendió a los irlandeses y atacó sistemáticamente al imperialismo británico en África; hogar en el que Bertrand Russell creció solitario, en una atmósfera aristocrática pero no conformista, rodeado de educadoras extranjeras que le enseñaron desde muy niño a hablar correcta y habitualmente francés y alemán.
Completó su formación personalmente, en la biblioteca de su abuelo -lord John Russell, que fue ministro de la reina Victoria-, en la que adquirió su afición a los estudios de historia y una universal curiosidad por todas las materias y por toda creación del ser humano. A los once años descubre la geometría euclidiana y se entusiasma por las matemáticas. A los dieciocho, ingresa en el Trinity College de Cambridge, entonces muy por delante de Oxford en ciencias y filosofía, colegio en el que llegaría a fellow -profesor residente- en 1885.
Tras un breve paso por la embajada de Gran Bretaña en París, como agregado honorario, y su primer matrimonio, con Alis Pearsall Smith, se traslada por una corta temporada a Berlín donde estudia la socialdemocracia alemana, a la que dedica su primer libro importante, aparecido en 1897. Regresa a Inglaterra, se instala en el Sussex y se consagra decididamente al estudio de las matemáticas y la filosofía.
Muy influido inicialmente por Kant, Hegel y Bradley, alcanza lo que él llamaría su verdadera liberación en el Congreso Internacional de Filosofía de París, en 1900, donde conoce a Peano y se interesa por su lógica simbólica, que le parece un excelente instrumento de análisis, que permite alcanzar la precisión matemática en terrenos en que reinaba la confusión del lenguaje filosófico. Escribe en 1903, bajo la influencia de esa aportación a la que concede gran importancia, su primera obra en el campo que le haría mundialmente famoso, con el título de Principles of Mathematics, que es una exposición y una discusión de los fundamentos de la lógica, que para Bertrand Russell no pueden ser separados de los fundamentos de las matemáticas más que artificialmente.
En colaboración con Alfred North Whitehead compone, en su interés por ampliar esta nueva lógica, una obra monumental en tres volúmenes: Principia Mathematica (1910-13), donde utilizan la notación simbólica de las matemáticas, estudian la lógica de las funciones, el cálculo proposicional y las teorías de la definición y de la deducción. En 1912, entre el comienzo y el fin de esa magna obra, y mientras publica numerosos artículos y algún otro texto menor, da a conocer The Problems of Philosophy. Durante la guerra de 1914-18, Russell es encarcelado por pacifista.
En 1927 funda, con su segunda mujer, Dora Winifred Black, una «escuela libre» en la que aplican métodos educativos considerados como revolucionarios en la época: suprimen los castigos corporales, muchachas y muchachos se bañan juntos, leen lo que quieren y no practican los tradicionales deportes británicos. Su tercer matrimonio, con Patricia Ellen Spencer, le proporciona una eficaz y real colaboradora en el desarrollo de las matemáticas como medio de conocimiento dando un valor preferente, y en ocasiones único, a los procedimientos empírico-científicos. La filosofía, para Russell en esta etapa de su vida, debe ser crítica de la ciencia y esclarecedora de los conceptos científicos, en vez de lo que juzgaba, como Reichenbach más adelante, un inútil oscurecimiento del lenguaje rayano en la mera retórica. Es nombrado lord en 1931. Viaja por Rusia y China.
La II Guerra Mundial le sorprende en California, en 1940 le ofrecen una cátedra de filosofía en el City College de Nueva York y enseña después en Pensilvania. En 1950 Bertrand Russell dicta cursos en la Universidad de Columbia y el mismo año es galardonado con el premio Nobel de Literatura «en reconocimiento por tantos y tan variados escritos sugestivos en los que se ha hecho campeón del ideal humanitario y de la libertad de pensamiento».
Después del esfuerzo ingente que supuso la codificación de la lógica bivalente y de los fundamentos de la matemática, que le ocuparon con intensidad en la primera década del siglo, Russell abandonó durante mucho tiempo sus investigaciones en ese campo, continuando con la teoría logicista su discípulo Wittgenstein. En 1952, Russell se casa de nuevo, con Edith Finch, y se inicia en un nuevo género literario, una novela mezcla de narración fantástica y de intriga policiaca; con este motivo declarará a un periodista: «He consagrado los ochenta primeros años de mi vida a la filosofía, me propongo ahora dedicar los ochenta siguientes a otro género distinto de ficción.» Aclarando: «He encontrado en la filosofía toda la satisfacción que uno podría esperar razonablemente.»
En 1954 intenta unir a todos los científicos importantes del mundo en una denuncia contra la guerra nuclear; no para un momento en su campaña contra ese tipo de armamento, campaña que extiende después al rearme en general aunque se trate de armas convencionales. Participa en todos los debates que se plantean como objetivo la paz, y acusa desde 1963 a los Estados Unidos de llevar a cabo en Vietnam una guerra de aniquilación y exterminio.
Crea la Fundación Atlántica para la Paz y consigue hacer una realidad del muy discutido «Tribunal Internacional para los crímenes de guerra cometidos contra el Vietnam», que acepta presidir Jean-Paul Sartre. En 1967 publica War Crimes in Vietnam. Lanza finalmente un plan, bastante idealista y un tanto utópico, para asegurar la paz en el mundo: creación de una organización internacional que ostente el monopolio de la fuerza y que por ello sea capaz de imponer la paz; atenuar las disparidades demasiado evidentes entre las regiones diversas del Globo; reducir el coeficiente de natalidad en todos los países y salvaguardar la iniciativa intelectual en todos los terrenos. Murió el 2 de febrero de 1970 en su residencia del País de Gales, tan cargado de proyectos como convencido de que había representado «el carácter anacrónico que recordaba el de los aristócratas rebeldes del comienzo del siglo XIX» como escribió en su necrología, que tenía previamente redactada. Nota necrológica que terminaba: «Era el último superviviente de una época terminada.»
Bertrand Russell se formó en el ambiente filosófico británico dominado por el hegelianismo, como él mismo lo profesó y reconoció más tarde, una vez abandonado ese campo de su inquietud filosófica. A partir de Principia Mathematica, considerada como la obra cumbre de la tendencia logicista, y señalada como una de las cimas más altas que haya alcanzado el pensamiento humano, rechaza la especulación pura. De todos modos, la etapa de la filosofía matemática, que conoció su esplendor en los principios de siglo, desempeñó, pese a considerársela hoy en gran parte superada, la trascendental función de originadora de un progreso continuo en la filosofía científica. Sus lúcidas aportaciones en el campo de la filosofía tienen el perenne valor de haber conquistado nuevas tierras para la razón.
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publicado por ANTITUDO às 07:12
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Sábado, 8 de Outubro de 2005

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Árabes dos mais ricos países do Golfo gastam 10 mil ME em férias
Os árabes dos mais ricos dos países petrolíferos do Golfo Pérsico gastam mais de 10 mil milhões de euros por ano nas suas férias no estrangeiro, escreve hoje a imprensa local.
"Os turistas árabes do Golfo Pérsico gastam 10 mil milhões de euros nas suas férias no estrangeiro, o que os torna num mercado-alvo muito sedutor", diz Chris Chackal, organizador do Arabian Travel Market, o evento regional de turismo mais importante, que se realiza todos os anos no Dubai.
Chris Chackal, que cita dados da Organização Mundial do Turismo Mundial, destacou, segundo a imprensa local, a Arábia Saudita como "um dos mercado mais importantes de turismo, uma vez que os sauditas gastam 5,5 mil milhões de euros por ano, 1,4 mil euros, em média, por viagem, o que é mais do que os 413 euros gastos na Europa".
Londres é o destino mais visitado pelos turistas do Golfo Pérsico, no conjunto dos destinos europeus, indicam as estatísticas da Organização Mundial do Turismo.
Agência LUSA
publicado por ANTITUDO às 23:44
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